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Esconde o nome do meio pra não se lembrar do riso maldoso das crianças do pré-primário. Também oculta o “de” que precede o sobrenome herdado do pai por questões estéticas – e, confessa, porque não suportaria ser vinculada à aristocracia decadente da península ibérica. Suas politiquices são uma espécie de vingança sanguínea (soy Castro e Vargas). É humanista, pois, e materialista-mística: não passa um Revéillon sem antes consultar o horóscopo chinês e saber o que lhe aguarda.
Dizem que falar mal do trabalho dos outros é fácil. Erraram.
Não só é fácil, também é ivetessangalamente divertido.
Por trás do Loser’s Archive estão duas publicitárias chatas pra caramba, daquelas com mania de botar defeito em tudo. Aliás, por que esse texto está em terceira pessoa se tá na cara que foram elas mesmas quem escreveram? Péssimo.
Não acredita em horóscopo, mas é uma capricorniana típica. Como toda mulherzinha, teve a fase da fotografia a e do cinema. A do cinema durou. É formada em jornalismo, mas, ironia, se viu fazendo uma segunda graduação em História para garantir o futuro. Testemunhou a vitória dos cretinos fundamentais, naquela que foi a grande rebelião do século XX, e luta diariamente para reverter este quadro.
Um jornalista que, de tanto viver em crise, parece já ter se acostumado com isso. Cristão, palmeirense e fã de uma boa cerveja com bons amigos. É militante católico, seminarista e ainda acredita que a chave do sucesso está na persistência em buscar a partilha da própria vida com o próximo - mesmo que isso ainda seja muito difícil de entender.
Fernando Vives, 28, é gaiteiro de gaita peruana e editor da Revista "Verrugas & Perebas", que conta com José Sarney na capa da última edição.
Também se aventura no business literário e tem três romances publicados: "Sorôco, sua mãe, sua poodle", "Morte e Vida Cicciolina" e "Fernando Vives: autobiografia não autorizada".
Este último se tornou best-seller em três banquinhas de camelô em Paramaribo, e venceu o Prêmio Fernando Vives de Literatura em 2006.
Uma vez foi chamado de "O Richard Claydermann da gaita andina", mas não se orgulha disso.
Gabriel Falcione é jornalista, mas gosta mesmo é de ficção. Não tem mais idade para acreditar em coincidências ou escrever na primeira pessoa. Por superstição, usa a cueca do avesso toda terceira sexta-feira do mês. Seu sonho é aprender a tocar bongô.
Não é um homem à frente do seu tempo, mas já está na temporada 2016 no Winning Eleven. Se fosse bom, seria poeta.
JC Vieira sabe onde você mora.
Gabriel Affonso-Morales deseja a você um feliz aniversário.
Jornalista, capricorniana, palmeirense e faminta. Definitivamente, não exatamente nessa ordem
Leandro Humberto nasceu em uma cidade, estudou em colégios e faculdades, se formou e hoje trabalha. É o redator-in-chief do “The Pompéia Times”. Mora em um apartamento, localizado em uma rua arborizada, cheia de paralelepípedos, em uma grande cidade. Desconhece os mistérios da direção de automóveis, torce para um time de verde, gosta de livros, tem muitos deles, mas não os dispõe em uma estante. Aprecia deveras o dicionário de sinônimos e antônimos. Não costuma falar de si na 3ª pessoa nem mentir. Não tem email.
Filha de Bruce Lee com um boto cor-de-rosa. Por hora, mora em Paris. É mezzo judia, mezzo do candomblé. Estuda, de modo diletante, os cirrus, cumulus e nimbos, os animais mitológicos da heráldica, os seres elementares femininos, os labirintos, as plantas venenosas, a bioluminescência, a geometria dos flocos de neve. Coleciona chapéus, nomes de ruas e livros pornográficos. Entre as quatro coisas que mais gosta de fazer, estão comer e viajar. Trabalha para ser um dia fotógrafa submarina.
Jornalista desde 1987, quando escreveu crítica de teatro para o extinto jornal A Voz da Unidade, do PCB. Ajudou a fechar outro veículo, A Gazeta Esportiva, onde foi diretor de redação. Pra compensar, criou as revistas Educação, Língua Portuguesa, Fera! e Ensino Superior. Foi professor e coordenador de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero no momento mais glorioso do curso. Foi processado por isso. Foi assessor de imprensa do deputado José Dirceu na presidência do PT e da filósofa Marilena Chauí na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Mesmo assim, continua socialista. Assinou a coluna “Macho”, da Revista da Folha (de S.Paulo). Mesmo assim, continua heterossexual. Faz aforismos e desaforos. Escreve contos breves e poesias curtas, o que não deixa de ser um alívio para o leitor. Deixou de frescura e realizou o sonho de todo jornalista: abriu um bar, o Barão da Itararé. Agora vai.

Matheus P. é paulista, nasceu durante o governo Figueiredo, arrasta o “erre” quando fala e não se orgulha de muita coisa além de um título conquistado nos pênaltis em 99. Conheceu o Master System, mas não o Playstation. Ex-camisa 9 da seleção, mora numa rua desabitada do centro de São Paulo; gosta de misturar café com cerveja, de acordar pela manhã sem compromisso e de ir ao cinema em dias de folga. Detesta leite, festas do peão e pessoas em busca da felicidade. Sonha, um dia, conhecer o Acre.
Jornalista desde 2003, foi repórter de esporte, economia e política. Teve matérias sobre diversos assuntos publicadas em vários jornais, incluindo Folha de S.Paulo, Washington Post, China Daily e The Guardian. Foi editor-chefe da revista FourFourTwo Brasil. É corintiano, esquerdista e agnóstico. Gosta de música brega.
RR nasceu jornalista e pretende não morrer nessa condição. Sujeito discreto, que gosta de teatro mas declara-se veementemente machão. Com orientação de esquerda, assume-se como o primeiro “comunista cristão” da história. Também acredita na humanidade mas, bem lá no fundo do peito, sabe que essa galera é um fracasso.
Jornalista, 26 anos, escreve sobre Justiça, política e cotidiano para o Portal UOL. Reportagens veiculadas também pelo Jornal da Tarde, site Última Instância, O Estado de S.Paulo, Rádio Bandeirantes AM e outros.
Louise, nhá benzedeira, disse que eu tinha já uns e etc. e algumas proteções espirituais. Pérola. Mamãe tocava uma valsa de Ernesto Nazareth quando a bolsa rompeu. Nossa Senhora do Ó. 1983. "Esses gólfãos de estrelas e galáxias, "triângulos triângulos Semíramis"." Sou sagitariano, portanto.
Preguiçoso. 1m69 de altura. Teimoso. Graduado em história. Farrista. Tenho sete cicatrizes. Trompetista. Supersticioso. Crianção. Black or White. Comilão. Esquerdista. Ranzinza. Carvão. Espero que Madame Louise seja um exemplo de profissionalismo e idoneidade.
As melhores (ou piores) frases desse povo aí de cima e de seus amigos, geralmente após ligeira influência etílica.
Pérolas das assessorias de imprensa que circulam entre as redações.





















